24 setembro 2015

A vida é um sopro


Do sobro a despedida
De um número entre outros já apagados
Do futuro dá pra ver 
Um passado inteiro

O relógio sem demora
Avisa que já é hora
De outra vela comprar
O sopro é uma dádiva

Entre chegadas e despedidas
No estralar das palmas
Um sinal de paz e chances
O presente do celestial

A vida é um sopro
Que desafia as leis da física
Provando que em frações de segundos
Pode-se viver uma eternidade

-Júlia Gabriela

2 comentários:

  1. Nossa, adorei esse poema. Parabéns!
    http://viagem-a-terra-do-nunca.blogspot.com.br/

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