24 outubro 2014

Leviatã


O céu se escurece. Os pássaros param de cantar. As águas tranquilas se agitam violentas. Tudo em volta parece ser inútil. Pois, até mesmo aquele brilho no olhar, desaparece com a visita do Leviatã. E aquela menina tão doce afasta dela todos com suas explosões sucessivas. Não a culpe, isso também acontece com você. É o Leviatã agindo.
Ah! Leviatã... Por quê não nos deixa em  paz? Por quê insiste em revirar-se e se mover dentro de nós? Destruindo todo e qualquer sinal de gloria conquistada com tanto suor. Vá embora de nossos corpos e nunca mais tente nos expulsar deles, pois não há como ser feliz com tua presença. Ah! Quem me dera poder destruir-te assim como tu me destrói, Leviatã. Com raios e furacões assim como aqueles que causa em mim, libertando os pesadelos e pecados que existe em cada ser humano. Quem nos dera vencer o monstro criado por nós. Quem nos dera domar o Leviatã.

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