24 dezembro 2013

The One That Got Away - Fim

Oi gente, beliebers lindas do Bieber! Bom, esse é o ultimo capitulo da fanfic The One That Got Away. Queria agradecer de coração, aqueles que me acompanharam nesse drama que criei para nossa imaginação, obrigada mesmo! Eu desejo a vocês um feliz Natal e um ótimo 2014, que seus sonhos sejam alcançados e tudo de bom. Never Say Never! Espero que gostem. 

Eu sorria, e não sabia se chorava, era muita felicidade. Eu queria abraça-la, mas ela ainda estava muito fraca e parecia se incomodar com a luz, já que os seus olhos se mantinham um pouco fechados. Então fui calmo e sereno.
Justin: Oi meu amor, como você tá?
Mary: Justin, onde estamos?
Justin: Calma, Mary. Estamos em um hospital, esta tudo bem.
Mary: Ah, que dor.
Justin: Se mantenha aí, você ainda está muito fraca.
Mary: Eu posso imaginar o porquê.
Justin: Mary... Por que?
Ela virou o rosto e a entendi, ela queria evitar falar sobre, mas não era possível.
Justin: Você me deu um susto.
Mary: Eu não poderia viver...
Ela é interrompida pela as lágrimas, e isso fez com que eu agarrasse a mão dela com mais força.
Justin: Não chore, Mary. Se mantenha calma.
Mary: Sem você, Justin. -Ela disse ignorando minha preocupação. -Eu não consigo viver sem você, não seria o melhor para mim. Eu senti sua falta.
Eu gostei de ouvir aquilo, me senti bem por saber que a Mary não havia me esquecido, mas ao mesmo tempo, mal por saber que parte daquilo foi por minha causa. Mas tudo mudou quando eu ouvi uma frase dela.
Mary: Eu te amo.


Eu sorri e simplesmente a beijei, e depois ela sorriu para mim. Eu me senti incrível.
Mary: Minha irmã ta aí?
Justin: Sim, inclusive...
Mary: Inclusive o que?
Eu fq
Fechei os olhos e respirei fundo, eu não queria que aquele "inclusive" existisse.
Justin: Paparazes estão la fora, eles me seguiram até aqui.
Ela não falou nada devido a noticia, somente olhou para mim com aqueles olhos claros que sempre me encantam.
Mary: Quero ver minha irmã.
Justin: Tá, eu vou chama-la.
Levantei e fui a pressas procurar a Katherine, ela iria ficar muito contente.

Mary On

Eu estava meio zonza, e minha visão estava um pouco turva. Estava contente por não ter acontecido nada comigo, pois quando estamos deprimidos fazemos o que nos vem na cabeça, mas, por outro lado fico triste pois magoei aqueles que eu mais amo. Tudo que eu queria era voltar para casa.
 A Katherine aparece na porta com um sorriso imenso, eu fico feliz mesmo sem demonstrar tanto como ela.
Katherine: Você acordou! -Ela salta em mim, em um abraço.
Justin: Ela ainda esta cansada Katherine, não fique tão próxima assim. o.o
Katherine: Oh! Desculpe, é que eu estou tão feliz.
Mary: Percebi isso. -Disse eu tentando me endireitar na cama.
Katherine me ajudou a sentar e ajustou a cama para mim, e foi bom vê-la com aqueles cabelos negros sobre os ombros, minha irmã é perfeita, ela sempre me lembrou o meu pai. Desde pequenas escultamos frases como "elas são mesmo irmãs?" ou "não são parecidas" e começávamos a rir com isso, mas era a pura verdade, Katherine tem os olhos, a pele e os cabelos do meu pai, já eu, obtenho os detalhes da minha mãe. E foi sempre assim.
Katherine: Eu fiquei tão preocupada.
Mary: Eu imagino, desculpa...
Katherine: Não precisa se preocupar, eu... eu só não te entendo mas, talvez seja eu a errada por isso.
Mary: O que eu fiz foi um erro Katherine, e eu quero que você pare com isso.
Katherine: Isso o que?
Mary: Isso, ficar levando a culpa em meu lugar. Eu preciso viver minha vida, assumindo meus erros. Okay?
Katherine: Claro, eu respeito sua escolha minha linda. E me orgulho muito.
Ela sorriu para mim e nós nos abraçamos.
Mary: Eu quero ir embora daqui, sabe como eu não suporto hospitais.
Katherine: Claro, eu vou falar com o doutor. Permaneça aí
Mary: Ah... E eu tenho escolha?
A Katherine já havia saído mas o Justin riu de mim, ele se levantou da poltrona onde estava e se aproximou de mim.
Mary: O que foi?
Justin: O que foi o que?
Mary: Você aí, parado feito um porte.
Justin: (Risos) Nada, só estou te observando e... Te admirando daqui.
Eu revirei os olhos e disfarçadamente sorri, eu juro que gostaria de deixar esse meu lado durão e orgulhosa para lá, mas as vezes não dá. Isso tem que mudar.
 A Katherine entra na sala, só que dessa vez com o doutor.
Doutor: Mary! Que bom te ver de olhos abertos.
Eu sorri. Ele veio até minha cama e mexeu em uma maquina ao lado da minha cama, e outros aparelhos que usavam em mim.
Mary: E então, quando eu irei voltar para casa?
Doutor: Isso depende dos resultados que saírem aqui.
Mar Okay e... Quais foram os resultados?
Katherine: Mary, o doutor logo ira dizer.
Doutor: (Risos) Pode deixar, Katherine. Os resultados são claros e ótimos! Mary, você pode ir para sua casa no Natal.
Katherine: Ótimo, o Natal esta muito próximo.
Eu fiquei satisfeita com a noticia, já que não demoraram mais de dois dias para eu sair de lá. Estava nevando como qualquer outra noite de Natal em nossa cidade, foi meio complicado sair do hospital pois ainda havia alguns paparazzis do lado de fora, mas fomos muito cuidadosos e conseguimos sair sem nenhuma falha.
 Era Natal, e eu estava muito contente por isso, afinal, sabia que teria pessoas me esperando em minha casa. Eu estava sendo levada pelo Liam, ele parecia mais legal (e menos intelectual) e isso era agradável, inclusive, escultamos uma musica legal na radio enquanto íamos.
 Abro o portão, subo os degraus até a porta e apenas giro a maçaneta. Lá estavam todos, eles gritavam, aplaudiam, sorriam e pareciam felizes com a minha chegada. Oliver, Manteiga, Margarina, Katherine, Justin... Estava perfeito! Tocava uma musica legal e em nossa sala havia uma arvore linda de Natal (algo que nunca aconteceu!), abraços foram distribuídos e todos queriam saber como eu estava.
Oliver: Até que enfim chegou!
Eu comecei a rir com tanto entusiamo, e o Oliver me abraçou me tirando do chão e dando uma pequena volta entre si.
Oliver: Você é louca.
Mary: Aprendi com o melhor.
Ele sorriu e bagunçou meu cabelo em um gesto amigável, olhei para o lado e la estavam os cabeções que me ajudarão em diversas situações, e que gritavam comigo quando eu aprontava.
Mary: Vem cá meus garotos!
Envolvi os dois em um só abraço, e todos pareciam felizes, e isso me deixava feliz. Logo avistei ele, esperando por sua vez, sorri e o abracei. Um abraço apertado e aconchegante, lento e verdadeiro.
Justin: É bom te ter de volta. -Ele sussurra
Logo, a Katherine me puxa para um abraço, que diferente do ultimo, era aditado e mais que apertado.
Katherine: Gostou da decoração?
Mary: Claro, ta lindo!
Katherine: Especialmente para você.
Olhei novamente para a arvore e pude ver algo que não havia notado, ela estava cheia de fotos em vez de bolas coloridas e brilhantes. Havia fotos de todo o tipo, e eu aparecia em todas, e a que eu estava com a mamãe se encontrava no topo, onde não estava nenhuma outra. 
Mary: Katherine, obrigada.
Katherine: Eu sabia que você iria gostar, sempre gostou de fotografias que marcassem os momentos bons.
Eu sorri e e simplesmente tirei uma foto em que eu e a Katherine estavam juntas de um galho, e a coloquei ao lado da foto que se encontrava no topo. Ela sorriu, e me abraçou mais uma vez.
Liam: Não sei vocês mas eu estou morrendo de fome.
Manteiga: Aleluia alguém aqui sente o mesmo que eu, não queria ser mal educado e dizer isso.
Margarina: Bom, você acabou dizendo e... Chamou ele de mal educado. 
Manteiga: Ah... É  Natal gente, cadê o espirito natalino?
Todos começaram a rir, o Manteiga era uma figura.
Katherine: Todos para a cozinha, é hora da ceia!
Manteiga: Uhuuuu!
Todos fomos para a cozinha, ainda rindo, claro. A mesa estava farta e lindamente natalina, a Katherine realmente estava de parabéns. Comemos e brindamos. 
 Depois fomos para a sala e começamos a conversar sobre qualquer coisa que nos interessava, inclusive, eu estava do lado do Justin sendo confortada por seu braço que me envolvia. Eu falei sobre como acho feia as pessoas só serem bondosas na véspera do Natal, o Manteiga dizia sobre como ele passava o Natal quando morava com os pais, e das brincadeiras e tradições que existia em sua antiga cidade. Isso me fez lembrar dos meus natais com ao lado do meus pais, não tínhamos arvores nem ceia, mas ficávamos juntos o tempo todo, e as vezes eles cantavam para animar a noite. Eu amava isso. Logo chegaram a hora dos presentes da qual eu desconhecia, e todos ganharam e deram presentes, menos eu, que fui a unica que apenas foi presenteada. Me senti um pouco desconfortada com isso, pois ninguém havia me avisado e não dá para comprar presentes presa em um hospital. Mas gostei do que ganhei.
Mary: Bom, como estão todos aqui eu me sinto no direito de falar algumas palavras para vocês. Para cada um de vocês.
Eu me levantei e todos ficaram em silencio, prestando atenção em meus movimentos.
Mary: Bom... Eu sei que eu dei um grande susto em todos e me senti mal por ter magoado pessoas que amo tanto, mas além das desculpas, quero agradecer a todos vocês. Oliver, Manteiga e Margarina... Obrigada por todas as aventuras que compartilharam comigo, sem vocês minha vida seria um tédio total. Eu amo todos vocês. 
Oliver e os demais sorriram, sorrisos verdadeiros que transmitia agradecimento por minhas palavras.
Mary: Liam, eu gosto muito de você por você fazer minha irmã feliz. Serio, você é incrível e eu te admiro bastante. Assim como ela, que cuidou de mim todo esse tempo, com toda essa responsabilidade nas mãos... Você é magnifica, Katherine! Quero que saiba sempre disso... Amo vocês também.
E nesse momento olhei para ele, e ele sorriu. Eu nunca havia amado alguém tanto assim.
Mary: E claro, o garoto que me trouxe até em casa, que cuidou de mim quando eu não conseguia nem andar direito. (Risos) Você é tudo, Justin, tudo aquilo que eu sempre quis. Eu te amo meu amor, obrigada por manter sua promessa e não ir.
Todos bateram palmas, e eu me senti feliz com aquilo. Logo todos saíram pois teria uma comemoração natalina na praça principal da cidade. Todos menos eu e Justin. Ele não poderia ir para um lugar como aquele sem seguranças e coisas do tipo, e eu não podia (e nem queria) deixa-lo sozinho naquela noite.
Justin: Eu trouxe meu violão, quer ouvir alguma musica?
Mary: Quero, mas você escolhe.
Justin: Okay então.
Ele começou a tocar, ele tão lindo cantando. E eu amava aquela musica, se chamava The One That Got Away da Katy Perry. (Ousa) E depois de ouvi-lo cantar, eu o abracei e sussurrei "eu te amo" somente para ele e mais ninguém ouvir, e ele correspondeu com um "eu também te amo".
Justin: Promete que nunca vai me deixar?
Eu olhei para ele e pude ver que estava falando serio, com voz tremula que parecia que iria chorar.
Mary: Claro.
Justin: Eu estou falando serio, Mary. Diga que nunca me deixara, e nem me expulsara de sua vida como fez na ultima vez. E nada de tal atitude que me deixaria distante de você para sempre, eu não quero te perder.   
Ele disse aquilo de um modo tão lindo e verdadeiro, eu apenas sorri.
Mary: Um novo ano esta por vim e eu não imagino meu futuro longe de você, pois eu te amo muito. E eu prometo que nunca irei partir sem você ao meu lado.
Justin: Eu amo ouvir você dizer isso.
Mary: É mesmo?
Justin: Sim, mesmo.
Mary: Então venha comigo.
Eu me levanto e subo as escadas correndo, Justin vem logo atrás de mim e não escondia sua curiosidade. Entrei em meu quarto e fui direto para a janela.
Justin: O que vai fazer? Por que me chamou até aqui?
Mary: Vai saber, apenas me siga.
Coloquei um pé sobre a janela e o Justin me impediu de fazer o mesmo com o outro.
Mary: Relaxa, Justin. Apenas me siga.
Sim, pulamos a janela e andamos pelo telhado. Justin teve um pouco de medo mas fez o mesmo, andamos mais um pouco até o local mais alto.
Mary: Agora, observe.
Eu andei mais um pouco para frente, onde todos que estavam na rua poessem me ver, e gritei.
Mary: JUSTIN, EU TE AMOOOOO!
Justin começa a rir e mesmo lá de trás grita:
Justin: EU TE AMO, MAAARYY! SUA LOOOUCAAA!!
Eu ri e fui para os braços dele, que me envolveram e então rimos juntos.
Mary: Sua louca é?
Justin: Aham, louquinha.
Mary: Bom saber, sua louca, certo.
Justin: Isso, minha louca.
Mary: Sua?
Justin: E somente minha.
Rimos mais das nossas bobagens e nos beijamos, um beijo longo e lento, que eu sempre amei. E é nesse momento que começa a nevar.
Justin: Neve!
Mary: Awwn que lindo!

Justin: Sim.Beijo na chuva é legal, mas na neve é novidade.
Justin me puxa para mais um beijo e logo começo a rir da bobagem que ele dissera. 
Mary: Ai meu Deus! Estamos aqui em cima, ta nevando, não é legal! 
Justin: Paidamisericordia! Vamos sair logo então.
Era bom ter aquele bom humor do Justin de volta, e logo saímos de la rindo a peça. E assim foi o meu Natal, e espero que assim seja o próximo ano, mas sei que isso só dependera de mim. Mas com o Justin e todas as pessoas que eu amo do meu lado, sei que sera incrível e especial.
Feliz Natal. 

4 comentários:

  1. Que história mais linda, Juh!
    Adorei (:

    Feliz ano novo, viu? Tudo de melhor e mais lindo em 2014 pra você!

    Beijos,
    Leitora Online

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    1. Awwn que bom que você gostou, mesmo! ^-^

      Obrigada, desejo a você o mesmo e muito mais, espero que 2014 seja um ano magnifico para todos nós. Beijos minha linda! <3

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  2. OWNT >.<
    Que fofo. Serio, eu to APAIXONADA por essa IB *------*
    Faz segunda temporada????????/

    FELIZ NATAL! FELIZ ANO NOVO! Tudo de bom pra você e pra sua família :D (meio atrasado né?! kkkkkk)

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    1. Vish, Bela! Nem sei se farei novas IB's viu, mas fico muito contente por você ter gostado, e agradecida por me acompanhar nessa história. Bjuuuus! <33

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