01 outubro 2013

Fanfic - The One That Got Away

Oi mesninas, aqui está mais um capitulo da fic The One That Got Away, espero que gostem e me perdoem por demorar mais um seculo para postar kk' Serio, as coisas não estão fácies aqui. Para ler a fic é só clicar em Leia Mais.

The One That Got Away (Estou bem)

Algo me destruía por dentro, era uma força brutal, que de alguma forma me manipulava. Se passaram exatamente nove dias, nove dias sem ver ele, nove dias sem ouvir ele, nove dias sem ele. Acho que foram os nove piores dias da minha vida. Fui para o colégio como todo dia, a primeira aula era de redação. O professor Kevin era legal, era amigos dos alunos e sempre mantia aquele clima alegre na sala, mas, ele percebeu algo em mim, algo que eu mesma não queria perceber.
Kevin: Mary, esta tudo bem?
Mary: Claro professor, por que a pergunta?
Kevin: Você passou a aula toda calada, quietinha ai no canto.
Mary: Eu fico assim sempre nas aulas.
Kevin: Não nas minhas. Por isso, liberei a sala para que pudéssemos conversar. Algo esta acontecendo Mary?
Eu respirei fundo, não poderia me abrir com um professor de redação, mesmo se ele for daquele tipo psicologo que quer cuidar de todos, mesmo se esse professor for um dos mais preferidos da turma, mesmo se ele for o professor Kevin.
Mary: Não é nada professor, eu apenas estou com dor de cabeça.
Antes fosse, queria muito que toda aquela dor fosse em minha cabeça. Mas não era.
Kevin: Passe na enfermaria, eles te darão um remédio.
Mary: O problema não é só esse, me sinto um pouco incomodada, inconfortável. Entende?
Kevin: Ah claro! Entendo, pode ir para sua casa Mary, diga ao porteiro que eu autorizei, logo falo com a diretoria.
Mary: Obrigada professor Kevin.
Peguei meu material e sai daquele colégio, eu não tinha dor nenhuma, foi apenas unica forma que encontrei de sair de la sem ser barrada pelo diretor. Só queria um momento para pensar e refletir, o que parecia bem impossível já que minha mente estava atordoada. Eu só pensava nele, é preciso dizer em quem? Pensava em minha escolha, nas minhas palavras, no passado que não dava para alterar. Sem direção me deparei na antiga pista de skate, e já me via com outro objetivo em mente: Esquecer, tudo.
Oliver: Olha só, bem que dizem que quem é vivo sempre aparece.
Mary: Oi para você também Oliver. ¬¬
Depois de tudo o que havia acontecido, da descoberta de sentimentos que o Oliver sentia por mim, me afastei, não sabia como reagir diante a ele novamente, mesmo sabendo que ele iria me compreender. Mas dessa vez foi diferente, eu tinha um objetivo em mente. Conversei com o Oliver, e disse tudo o que havia acontecido a nove dias atrás.
Oliver: O que? -Ele disse indignado se levantando. -Não acredito que disse isso ao Justin!
Mary: Disse sim, e não me arrependo de cada palavra. E não entendo o a sua reação!
Oliver: Acontece Mary, que não estamos juntos e, você não me ama. Você mesma disse!
Mary: Eu precisava dizer algo, e, Oliver... Eu gosto muito de você.
Oliver: Mas gosta mais dele.
Mary: Mas não precisa acabar assim, podemos construir outra historia em nossos futuros. Não acha?
Oliver: O que quer dizer com isso?
Mary: Eu quero, muito, ficar com você. Muito.
O Oliver muda o olhar em mim, parecia se sentir feliz com o que eu havia dito, mas logo muda de expressão.
Oliver: Não, você esta apenas me usando, só para esquecer ele.
Mary: Oliver, eu...
Oliver: Não diz mais nada Mary, eu sei que é esse seu objetivo. Eu não passo de um passa tempo em sua vida.
Mary: Não fale isso, não sabe como me doí ouvir isso, Oliver.
Oliver: Sei bem como é, sei bem como é ouvir o que não quer e ter que aguentar. Mary, não tente me enganar, não tente se enganar... É dele que você gosta.
Mary: Mas eu não quero, não mais! Eu preciso esquece-lo de uma vez por todas... Por favor me ajude, me faça esquece-lo.
Olho para ele com um olhar triste, implorando ele para me aceitar de volta. Eu realmente queria esquecer o Justin, não podia conviver com aquela cena em minha cabeça, vendo ele ir embora, pedindo para eu me cuidar já que os cuidados dele estariam ausentes para mim depois. Eu não podia conviver assim, Oliver tinha que me entender, e talvez, eu começasse a gostar dele novamente e voltássemos a ser quem eramos.
Oliver: Você ainda me deixa louco.
Ele diz em um tom de humor e um sorriso brotar em meu rosto, foi o suficiente para ele me beijar. Um beijo lento e suave, mas não tão quanto os beijos daquele cara cheio de desejos e carinhos, daquele cara que eu pretendia esquecer. Depois de passar o resto da tarde com o Oliver, fui para casa, e lá encontro Katherine com seus livros.
Katherine: Onde estava?
Mary: Em algum lugar.
Katherine: Ihh lá vem! Sabe Mary, por onde anda o Justin? Faz tempo que vocês não se veem né?
Automaticamente meu olhar entristece, e aquela vontade de encontra-lo novamente ou se esbarrar por aí voltava, mas era preciso esquecer.
Mary: Não sei, não faço ideia.
Katherine: Vocês eram tão apegados e..
Mary: Eu não sei tá?! Não sei por onde ele anda ou o que ele esta fazendo, pouco me importa a existência dele!
Fui furiosa para o quarto e bati a porta com força, deixei minha ira falar mais auto. Com certeza a Katherine estava pensando "Ah, tadinha, eles terminaram" ou coisa do tipo, mas não era bem esse motivo que me incomodava tanto, e sim o fato de ter que esquece-lo. Como posso esquecer alguém que me fez rir tantas vezes? Que quis cuidar de mim sem sequer me conhecer, que me ouviu quando todos foram embora, que prometeu nunca me deixar não importasse o que acontecesse. Meu Deus! O que eu fiz? Eu deixei o garoto da minha vida ir embora, o expulsei sem lhe dar ao menos uma boa explicação.
Katherine: Mary, esta tudo bem com você?
Esculto a voz meiga da Katherine do outro lado da porta, respirei fundo e me escorei na parede.
Mary: Estou bem Kah, não se preocupe.
Nada estava bem, eu estava morrendo por dentro, e não sabia o que fazer. Me levantei e fui direto para meus livros, aqueles que talvez pudessem me ajudar, e foi procurando eles que me esbarrei em uma pequena caixinha. Aquela caixinha me parecia familiar, então, quando a erguei do chão algo saltou de dentro dela. Um caramelo em formato de anel.
Mary: Parece que nosso casamento não durou tanto assim...
Coloquei o anel de volta na caixa e fui para o banheiro, aquela dor estava me destruindo, me pisoteava, me amassava e depois me engolia. Achei melhor ir dormir, já que meus pensamentos não eram legais.

-Justin On
-Mary Off

Eu estava sozinho em meu quarto quando a imagem dela sorrindo veio em minha mente pela decima vez naquele dia, algo machucava o interior do meu peito. Pensei que a função do coração era apenas pulsar. Por que ela fez isso comigo?
Pattie: Filho, tudo bem com você?
Justin: Oi mãe, tudo sim.
Pattie: Ta nesse quarto mais de uma hora, ultimamente você anda tão triste. O que aconteceu Justin?
Justin: Não é nada mãe, eu estou bem ok?
Pattie: Hum... O Ryan esta aí, quer te ver.
Justin: Ah, fala para ele entrar.
Pattie: Okay.
O Ryan entra em meu quarto e já reconhece essa minha tal "tristeza" estampada em meu rosto, ele ja sabia de tudo, e aproveitou mais uma vez para  provar que sempre esteve certo.
Ryan: Não, deixa eu adivinhar, você ta assim por causa daquela garota não é mesmo? -Disse ele sentando ao meu lado na cama.
Justin: Ryan, eu estou normal, não tenho nada. O que você quer?
Ryan: Sei, sei... Bom, quero te convidar para sair.
Justin: Sair pra onde?
Ryan: Sei lá cara, você parece estar deprimido.
Eu olhei zangado para ele, e então ele repediu a palavra "parece".
Ryan: Então a gente poderia, sei lá, ir a alguma balada noturna.
Eu não queria sair, eu não queria ver ninguém, eu queria ficar sozinho, assim, parado com a minha "depressão".
Justin: Não vai rolar, eu não tô afim.
Ryan: Justin Drew Bieber sem disposição para ir em uma balada noturna? Okay, depois quando digo que você ta diferente você simplesmente fica com raiva.
Justin: Para de dizer que estou diferente, deprimido, sei lá!
Ryan: Okay, bom, eu vou... Com ou sem você.
Ryan se levanta e vai em direção a porta, e é nesse momento que zilhões de pensamentos invade meu ser. O que eu estava fazendo deitado ali, com aquela cara de taxo? Foi ela quem quis assim, ela que teve a voz e eu apenas a obedeci, não poderia ficar ali me lamentando por alguém que nunca se importou.
Justin: Ryan espera, eu vou com você!
Não demorou tanto para eu me arrumar, Ryan e eu fomos para uma dessas baladas que sempre acontece tarde da noite. Não era como as outras, nada estava sendo o mesmo para mim, o meu único animo naquele lugar era a bebida, e eu só estava afim de esquecer. De esquecer dos problemas, esquecer dela. No fim de tudo, como sempre estava rodeado por paparazzis, Ryan e eu voltamos para casa.

-Mary On
-Justin Off

Não dava para dormir, eu simplesmente não conseguia fechar os olhos. Me levantei e fui para o banheiro, estava fazendo muito calor ou eu estava nervosa por algo, precisava me refrescar. Abri a torneira e joguei água por todo meu rosto, e ao tentar pegar a toalha em cima da mesinha que ficava no banheiro, derrubei algo que fez um estrondo ao chocar com o chão. Abri os olhos e vi que eram remédios, vários remédios. Depois que vi a situação da Katherine fiquei com medo que ela fizesse aquela besteira novamente, por isso peguei todos os remédios que havia encontrado em seu quarto e pela casa e os escondi. A Katherine não ousaria entrar em meu quarto, quanto mais no banheiro do meu quarto. Apenas os coloquei de volto no lugar e voltei para a cama. Tentando dormir novamente. No dia seguinte, acordo e vou para a cozinha já disposta a encarar o dia.
Katherine: Bom dia Bela Adormecida, parecia que não iria mais sair daquele quarto.
Mary: Não tive uma boa noite.
Katherine: O que aconteceu?
Mary: Nada, só estava sem sono.
Katherine pega uma fatia de pão e me oferece, recuso, estava sem fome também. Pensamentos negativos, saudade, isolamento e arrependimento, cansaço... Eu sabia exatamente o que estava acontecendo comigo, mas queria esconder isso de mim mesma, aquilo não poderia acontecer... Outra vez.
Katherine: Antes de sair coma alguma coisa, e beba muita água, nesse calor devemos hidratar o corpo a cada minuto.
Ufa! Era mesmo calor o que eu sentia.
Katherine: Estou indo para meu trabalho.
Mary: Okay...
Katherine pegou a bouça e foi em direção a porta, mas parou no caminho e me olhou novamente.
Katherine: Esta tudo bem Mary?
Eu a olhei e minha vontade era dizer a verdade, pedir um abraço ou coisa do tipo. Me esforcei e sorri, e disse que estava tudo bem, só aí ela se retirou de casa. Eu me encontrava sozinha ali, deveria esta na escola mas sabia que tudo iria piorar.

-Oliver On
-Mary Off

Eu estava com meus olhos vidrados no nada quando alguém me despertou do meu "sono" profundo.
Manteiga: O que você ta fazendo aí cara? Sozinho, parece triste.
Oliver: Não sei se isso é tristeza, talvez seja culpa ou algo assim.
Manteiga: Eu sou seu amigo, conta pra mim.
Oliver: A Mary cara, estamos juntos agora mas... Não é como eu esperava.
Manteiga: Não estou te entendendo cara, você sempre quis isso, o que te impede de levar a vida com ela?
Oliver: Talvez o fato de saber que, não é de mim que ela gosta.
Manteiga: Mas ela mesmo disse que...
Oliver: Ela mentiu Manteiga, ela pode até querer esquecer o Justin mas, ela ama ele. Ela disse isso. E acho que por saber disso, meu sentimento por ela também mudou.
Ficamos em silencio por um momento, era ruim aquela sensação de não saber o que se passa com você, de saber o que você quer ou algo do tipo.
Manteiga: E o que você vai fazer?
Eu não sabia exatamente o que eu queria para mim mesmo, mas sabia o que deveria ser feito.
Oliver: Eu não vou deixar isso acontecer, ultimamente a Mary anda muito triste. Ela pode não gostar de mim mas continua sendo minha amiga, e eu não vou deixa-la nesse estado.
Me levantei decidido, eu iria fazer a coisa certa.
Manteiga: Pra onde você vai?
Oliver: Procurar o Justin, ele tende saber a verdade.

-Mary On
-Oliver Off

Depois de algumas horas sem fazer exatamente nada, fui para a sala tentar me distrair com a tv. Estava passando um programa qualquer falando sobre o jeito das pessoas lidar com seus problemas, continuei assistindo embora aquilo não me importasse. Antigamente quando eu me setia sozinha, cheia de problemas, eu tentava disfarçar aquela dor horrível criando outra, uma dor que eu poderia controlar, uma dor que escondesse a primeira. E agora eu me via como uma problemática solitária.  Novamente esses pensamentos assustadores vem em minha mente e mudo de canal, e então, desejei naquele momento nunca ter mudado.

Tv: Cantor pop canadense foi visto sair de uma balada noturna altas horas da noite. Justin Bieber estava acompanhado do seu amigo Ryan, os dois viraram a noite curtindo bastante com som do DJ...

Desliguei. Tudo que eu sentia, todos meus pensamentos, a cada segundo, a 10 dias atrás, era nele que eu pensava, era ele que eu queria, era ele e apenas ele. Eu precisava do Justin, e queria esconder isso de mim mesma, foi dai que a dor renasceu em mim, queria acabar com ela mas eu permaneci, decidida, forte. Até agora. Ele não precisava mais de mim, e isso doía muito, sei que eu merecia sentir isso mas também sabia que não poderia suportar. Senti lágrimas caírem dos meus olhos, eram muitas e eu não imaginava como tantas poderiam existir em mim, eu queria fugir, sair de mim mesma ou algo do tipo. A dor percorria cada canto do meu corpo me fazendo chorar mais.

-Katherine On
-Mary Off

Depois de atender tudo que meu serviço exigia de mim, sai de lá com uma baita dor nas costas. Não é fácil ficar a tarde toda sentada. Mas durante todas as horas que passei naquela sala, só me lembrava de Mary, ela não parecia estar bem, então ligo para ela, mas não sou atendida. Nessas horas ela deve esta na rua fazendo sei lá o que, pensei comigo mesmo e segui o caminho para casa, que não não era tão longe dali, mas também não era perto. Bom, pelo menos sei que devo corrigir minha postura daqui por diante.

-Mary On
-Katherine Off

Fui para meu quarto e me joguei na cama, o meu celular toca, era a Katherine. Ela não podia ouvir minha voz tremular, e mesmo se eu atendesse ela não poderia ouvir sequer uma palavra, parecia que eu havia esquecido como se fala. E aí, exatamente aí, que desisti de tudo. Eu deveria acabar com aquela dor, antes que ela acabara comigo. Fui para o banheiro e procurei pelos remédios, que não estavam escondidos de mim. Abri a tampa de um qualquer e peguei uma pequena quantidade, e antes de qualquer ato meu, eu me vi no espelho. E ao ver meu reflexo naquelas condições, com aquela expressão de cansaço, foi o suficiente para que mais lagrimas caíssem. Minhas pernas pareciam ter perdidos as forças e me sentei no chão frio, passei mais um momento deixando minhas lágrimas caindo e sem pensar joguei os remédios em minha boca e os engoli, aquilo sim tiraria aquela dor de mim. Continuei ali parada no chão, e não demorou muito para os efeitos aparecer. Agora, não eram só minhas pernas que pareciam perder as forças, todo meu corpo se encontrava naquele estado, sentia algo acontecer em meu interior, tudo parecia ficar mais lento. E de uma hora para outra, minhas pálpebras ganharam peso, e eu não conseguia as manter. Eu sabia que aqueles comprimidos poderiam tirar algo a mais do que aquela dor, mas isso não me importava mais. O engraçado de tudo é que, as pessoas dizem que quando morremos vemos uma luz branca muito forte a nossa frente, mas comigo foi diferente, tudo parecia perder a cor e ficar cada vez mais preto, e o tudo se desligou para mim.

-Justin On 
-Mary Off

Eu corria contra o tempo, literalmente, não poderia perder mais um segundo longe da minha garota. Depois de receber a visita do Oliver, e quase tentado matar ele, eu estava feliz, muito feliz. Não me importava se havia paparazzis me seguindo, pois sabia que eles estavam ali comigo, eu apenas queria ver a minha garota, e ouvir aquilo tudo que o Oliver havia me dito sair da boca dela, com aquela linda voz que ela possui. Nem mesmo havia chegado na rua dela, parei o carro e sai as pressas, não estava afim de ganhar uma multa por excesso de velocidade. Já estava muito próximo da casa dela, só precisava virar a esquina e já poderia enxerga-la. Minha felicidade era absurda, a minha saudade talvez maior, eu queria acabar de vez com aquelas noites mal dormidas pensando nela, eu a queria para mim, perto de mim novamente, rindo comigo e dormindo ao meu lado. Suspiro ao chegar na tal esquina, e sorri meio cansado da corrida, mas esse mesmo sorriso se desfaz ao ver uma ambulância em frente da casa dela, o que havia acontecido?

Continua...

Geeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeente me diz o que estão achando, por favor *---* Espero mesmo que tenham gostado mesmo o capitulo sendo um tanto pequeno, enfim, vou por a culpa no tempo haha' Beijo mesninaaaas <333

2 comentários:

  1. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
    OLHA EU AQUI!! \o/ sorry a demora pra comentar amora,foi mal! enfim!
    MINHA GEEEEEEEEEEEENTE COMO PODE ESSA FIC SER TÃO DIVA ASSIM?? COMO PODE? JESUS DO CEU!
    AMEI ESSE CAP!!!
    cara...fique muito triste por causa da mary que ta tristinha e o justin! poxa! :s
    fiquei muito triste mesmo!
    ainda bem que o oliver foi contar tudo pro justin!
    CARA COMO ASSIM ELA TOMOU OS REMÉDIOS???
    CHOREI sério u.u
    no creio que ela fez isso!
    ai chega deu um aperto nesse final,o justin chegando perto da casa dela!
    PELO AMOR DE DEUS POSTA LOGO I NEED!!!
    ta demais com sempre amora!!
    lhe aaaaaaaaaaaaaamo! beijos sua diva!
    ei quero big hein? u.u e poste logo! byyyyyyye!
    PRIMEEEEEEEEIRA uhu \o/ ~se não for disfarça~

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    Respostas
    1. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA OOOOOOI!! \O/
      KKK ah vai, nem ta tãaao assim ou sequer assim, kkk! Mas fico contente por saber que você gostou *-----*
      kkkkk sempre a primeiraaa (ta, nem sempre) mas enfim kkk lhe amo tbbbbm <33
      OOOKK não sei quando mas posto siiim, beijooooooooos minha divaaa <33

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Olá, marujo! Agradeço desde já pelo seu comentário, é muito legal saber o que acham das postagens. Não se esqueça de deixar o link do seu blog para que eu possa retribuir o comentário.